Infelizmente os primeiros exames, se é que se podem chamar exames ao que a nossa atleta esteve a fazer (um raio X), durante seis horas, no Hospital de S.Sebastião, em S.Maria da Feira, como nós prevíamos, não iriam condizer com a ressonância feita, na passada terça feira. Como não gostamos do que vimos escrito no relatório, elaborado pelos ortopedistas do referido hospital, resolvemos logo no dia a seguir, mover todos os esforços para que o mais rápido possível Jessi fosse fazer uma ressonância ao joelho, para ficarmos a saber na realidade o que se estava a passar com o joelho da nossa atleta. As nossas previsões infelizmente estavam certas, pois assistimos de perto ao desenrolar do lance, vendo logo que a lesão era muito grave, coisa que outros não viram. Para quem dizia que Jessi tinha uma pequena entorse no joelho, sem derrame, muito mal vai o estado da saúde em Portugal, e de quem precisa dele. Para alem das seis horas de espera, e de um relatório que não dá vontade de rir, porque o caso não é para dar riso nenhum, tamanha é a falta de competência de quem a atendeu ou… do que atrás já citamos, que é o mais certo.
Jessi tem no joelho esquerdo, só,:
Rotura do ligamento cruzado interno, contusão óssea no condilo femoral e prato tibial externos, pequena fractura no arco posterior do menisco interno, uma entorse de grau 1 do ligamento colateral medial com pequeno derrame articular.
Palavras para que.
FORÇA JESSI, NÓS ESTAMOS CONTIGO. OS AMIGOS NÃO SÃO SÓ PARA AS ALEGRIAS, SÃO TAMBÉM PARA ESTES MOMENTOS MENOS FELIZES.
Época terminou para a Jessi.
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